

Sinopse: Após o assassinato do prefeito de Sucupira por Zeca Diabo (José Wilker), uma disputa política entre Odorico Paraguaçu (Marco Nanini) e Vladimir (Tonico Pereira) pelo cargo vago tem início. Odorico vence a eleição e toma posse como prefeito, recebendo sempre o apoio das irmãs Doroteia (Zezé Polessa), Dulcineia (Andréa Beltrão) e Judiceia (Drica Moraes). Uma de suas promessas é construir o primeiro cemitério da cidade, para evitar a emigração dos habitantes após morrerem. Só que, após a obra ser concluída, há um problema: ninguém em Sucupira morre, o que impede que o cemitério enfim seja inaugurado. Sofrendo pressão devido a acusações de superfaturamento, Odorico precisa encontrar um meio para que o grande feito de seu mandato não se torne uma grande piada.
Avaliação: Clássico de Dias Gomes que já foi peça, novela e minissérie. Com excessos propositais do estilo, O Bem Amado é um filme que cumpre o seu papel ao resgatar um personagem lendário da nossa dramaturgia em uma época propícia em que terminamos mais um processo eleitoral, elegendo presidente e governadores. Como diz o personagem de Caio Blat, "a solução está na democracia". Crítica completa.

Sinopse: Andy (John Morris) tem 17 anos e está prestes a ir para a faculdade. Desta forma, precisa arrumar o quarto e definir o que irá para o lixo e o que será guardado no sótão. Seus antigos brinquedos, entre eles Buzz Lightyear (Tim Allen), Jessie (Joan Cusack) e o Sr. Cabeça de Batata (Don Rickles), são separados para serem guardados no sótão. Entretanto, uma confusão faz com que a mãe de Andy os coloque no lixo. Woody (Tom Hanks), que será levado por Andy para a faculdade, decide salvá-los. O grupo escapa, mas acaba no carro da mãe de Andy. Ela leva a uma creche diversos brinquedos, entre eles Barbie (Jodi Benson). Ao chegarem, os amigos encontram um universo até então inimaginável, onde os brinquedos sempre têm crianças para brincarem com eles.
Avaliação: O melhor da trilogia, com um mote criativo e inteligente não apenas para continuar a história iniciada como para encerrá-la com muita emoção. É, sem dúvidas, o mais cotado para o Oscar 2011 de animação. Com a mesma técnica, aprimorada pelo tempo, Toy Story é um filme fundamental para todas as idades. Crítica completa.

Sinopse: Há 15 minutos a polícia não tem qualquer contato com as pessoas que estão presas dentro de um edifício, em quarentena. Ninguém sabe o que aconteceu lá dentro. É quando uma unidade da SWAT resolve entrar no prédio, para descobrir qual é a situação de momento.
Avaliação: Enquanto o primeiro REC surgiu como uma novidade interessante em 2007, essa continuação pecou por tentar fazer os que os americanos adoram e os espectadores odeiam: pongar no sucesso do filme anterior para render mais uns trocados. Ainda assim é válido para quem gosta do gênero.
Outras dicas ainda não avaliadas:
A BATALHA PELO IMPÉRIO (AVENTURA)
O ÚLTIMO VÔO (AVENTURA)
PAR PERFEITO (AVENTURA)
A EPIDEMIA (SUSPENSE)
SENSUAL DEMAIS (CULT)