

Sinopse: Quando o reverendo Cotton Marcus chega à fazenda de Louis Sweetzer na Louisiana, ele espera realizar mais um exorcismo de rotina. Fundamentalista, Sweetzer entrou em contato com o pregador, como um último recurso, certo de que sua filha adolescente Nell está possuída por um demônio que deve ser exorcizado antes que uma tragédia inimaginável aconteça. Cotton permite que seu último exorcismo seja filmado para a realização de um documentário. Mas, ao chegar à fazenda da família, ele se surpreende ao perceber que nada se compara ao verdadeiro mal que encontra lá. Agora, tarde demais para voltar, as crenças do reverendo Marcus ficam abaladas até o âmago, quando ele e a equipe de filmagem precisam encontrar uma maneira de salvar Nell e salvarem-se também, antes que seja tarde demais.
Avaliação: Quando O Exorcista chegou aos cinemas em 1973 assustou a muitos, e até hoje assusta, não perdendo o seu charme. Para mim, foi o bastante. Essa história de requentar tramas para fazer continuações nunca foi algo bom, ainda mais nesse caso, onde já abusaram dos pobres dos espíritos sofredores. Até por isso, coloquei O último exorcismo na lista de piores do ano. O filme é mais um, de uma fórmula requentada, e que não assusta mais ninguém. Ainda assim, tem gente que gosta. É por isso que adoro tanto o cinema.

Sinopse: As coisas não estão indo muito bem para Steve Karamitsis... Ele acaba de perder seu único e verdadeiro amor, uma Valiant Pacer 69, juntamente com todos os seus bens para a Polícia Federal, porque resolveu confiar no italiano errado. Seu melhor amigo, Frank, não tem mais contatos com mulheres, já que acabou de se divorciar. Mas a sorte, como sempre, favorece um Wog. Steve descobre que herdou uma praia na ilha grega de Mykonos de um tio que ele sequer conheceu - uma praia que vale milhões... Será que ele vai se dar melhor agora com os gregos?
Avaliação: A criatividade dos brasileiros para títulos é um primor. Mais um presente de grego, só que agora não porque o presente é ruim, fazendo valer a expressão, mas porque o presente é uma ilha grega. The Kings Of Mykonos conta a história de dois amigos em uma ilha grega, daí a brincadeira de que eles são os reis locais. Ok, dito isso, devo alertar que não verão aqui nada mais do que uma comédia cheia de clichês e com um roteiro confuso, mas que diverte. É o seu maior objetivo, fazer a platéia rir. Então, pode-se dizer que seja bem sucedido.

Sinopse: Leslie Wright (Queen Latifah) é uma fisioterapeuta muito sincera que consegue uma oportunidade de emprego extraordinária: cuidar do grande astro da NBA, Scott McKnight (Common), que está machucado. Leslie não só faz Scott recuperar a condição física, ela também o ajuda a aperfeiçoar o seu jogo, e tudo corre bem... até que Leslie percebe que está se apaixonando por ele. Scott não percebe a paixão de Leslie e só tem olhos para Morgan (Paula Patton), a amiga muito atraente e sedutora de Leslie. Leslie tem tudo a perder, então ela agora terá que fazer todo o possível para descobrir se ela e Scott foram feitos um para o outro.
Avaliação: Torcia o nariz para Queen Latifah até assistir As férias da minha vida, uma comédia romântica diferente e muito interessante. Como adoro basquete, essa nova trama acaba me interessando. É uma comédia-romântica, com vários clichês, mas que pode divertir e fazer a platéia torcer pelo final feliz.
Outras indicações:
NOSSO LAR (NACIONAL)
POSSUÍDA (SUSPENSE)
3 HOMENS E UMA NOITE FRIA (CULT)
CORRAM QUE O AGENTE VOLTOU (POLICIAL)