
Todos os seus filmes possuem um frescor genial mesmo quando a história parece a coisa mais tola do mundo como Intriga Internacional ou O Homem que sabia demais, por exemplo. Filmes fantásticos como Festim Diabólico (Hope), Um corpo que cai (Vertigo), onde teve que criar até um movimento para passar a sensação do personagem, Janela Indiscreta (Rear Window), entre outros. Sua obra máxima, Psicose (Psycho), que consegue se manter forte mesmo nos dias atuais.
E o melhor de Hitchcock é saber que ele faz tudo isso com total consciência, basta ler o livro em que Truffaut o entrevista. A forma como explica suas escolhas, suas idéias, cada plano, cada movimento. É uma aula de cinema. Isso sem falar na brincadeira de procurá-lo em cada filme, pois sempre faz sua participação digamos, especial. Mestre do suspense. Esse inglês é, de fato, o diretor que mais admiro.

Muitas atrizes boas existem nesse mundo, é verdade, mas na hora de escolher uma, não tenho dúvidas: Meryl Streep é a diva maior. Pela versatilidade, pelo conjunto da obra, pela quantidade de indicações ao Oscar que já teve. Pela interpretação fenomenal em A escolha de Sofia. Pela simpatia, pela coragem de embarcar em projetos aparentemente tolos como Mamma Mia e torná-los especiais. Pela torcida de ainda vê-la ganhar sua terceira estatueta. Enfim, Meryl Streep é minha atriz preferida.
