

Direção: Paolo Conti e Arthur Nunes
Júnior é uma minhoca curiosa, mas que sofre porque seus amigos o deixam de lado. Um dia, ele acaba indo parar na superfície e vai ter que lutar contra um terrível Tatu Bola para defender a sua raça.
Thomas: Surpreendente o resultado, confesso que tava desconfiado. Mas, o stop motion tá no mesmo nível de Fuga das Galinhas, por exemplo. E o roteiro é bem infantil, mas consegue contar uma história divertida e criativa, ainda que cheia de clichês. Curti, e Lumi também.

Direção: Gavin Hood
Baseado no livro de mesmo nome, o filme se passa em um futuro não muito distante, onde a população da Terra está traumatizada com uma invasão alienígena recente e se prepara para um novo ataque. Um jovem poder ser esperança de toda a humanidade.
Thomas: Uma mistura de treinamento militar com vídeo game. O filme não é ruim, tem algumas imagens impressionantes. Mas, no geral, parece oco, vazio em seu propósito e com uma moral no final que é soa meio estranha diante do construído até então. Mas, tem seus méritos.

Direção: Ben Stiller
Responsável pelo departamento de negativos da quase extinta revista Life que vive sonhando acordado. Até que um dia ele tem que dar conta do sumiço de um negativo e suas aventuras passam a ser reais.
Thomas: Enquanto sonha e vive fantasias, Walter Mitty é um cara bacana. Mas, quando ele vira um verdadeiro ninja moderno tudo fica incrível demais. Ainda assim, a história tem momentos divertidos e algumas lições de moral bonitinhas.
Outras estreias:
Questão de tempo [About Time, Reino Unido, 2013], de Richard Curtis
A música nunca parou [The Music Never Stopped, EUA, 2011], de Jim Kohlberg
A grande beleza [La grande bellezza, Itália/França, 2013], de Paolo Sorrentino
Eu não faço a menor ideia do que eu tô fazendo com a minha vida [Brasil, 2013], de Matheus Souza
Eu e você [Io e te, Itália, 2012], de Bernardo Bertolucci
Ela vai [Elle s'em va, França, 2012], de Emmanuelle Bercot
Se ainda não viu, ainda tem chances de conferir.

Direção: Francis Lawrence
A série adolescente mais consistente desde Harry Potter, o segundo capítulo de Jogos Vorazes consegue expor melhor a sua questão política. A trama envolve e empolga mesmo a adultos que podem construir metáforas com momentos históricos e filosofias. Um filme realmente envolvente.

Direção: Hilton Lacerda
A estreia de Hilton Lacerda na direção continua em cartaz e é uma boa oportunidade de assistir a uma história sensível e diferente sobre o período da ditadura. Entre a rebeldia do grupo teatral Chão de Estrelas e disciplina do quartel, temos uma espécie de Hair tupiniquim, mas que não se resume a isso, recriando e repensando valores e tabus. Destaque para a atuação de Irandhir Santos.

Direção: Abdellatif Kechiche
Vencedor da Palma de Ouro em Cannes de 2013, Azul é a Cor Mais Quente é um bom filme, mas é para tanto. O filme é bem construído, tem um cuidado impecável com a direção de arte, os tons de azul que permeiam toda a obra, a interpretação das atrizes. Mas, acaba se alongando demais, não apenas na duração final do filme, mas na maioria das cenas, onde tudo parece querer levar a exaustão.
Thomas: Rapaz, ver esse filme em cinema de shopping foi complicado, viu? Tinha uma turminha boba que dava risadinhas nervosas em todas as cenas "quentes". E ainda teve quatro pessoas que saíram no meio, atrapalhando minha visão. Mas, uma beleza ver as duas juntas, pena que o filme parece construir tudo de uma maneira exótica e não natural como acho que deveria.
Classificação: 1 - Péssimo, 2 - Regular, 3 - Bom, 4 - Muito Bom, 5 - Excelente.