
Tudo começa com o drama da fadinha Zarina que quer fazer experimentos com o pozinho mágico, mas é proibida, acabando expulsa da comunidade. Buscando se vingar e ao mesmo tempo provar o seu valor, ela acaba se unindo a um grupo de piratas, liderados por James que tem o plano de fazer o seu navio voar para saquear todas as cidades, tornando-se o dono da Terra do Nunca.

A moral da história é bem desenvolvida, nos dando a visão de que devemos sempre estar abertos ao novo. Seguir regras é importante, mas também não podemos negar o surgimento de novos talentos, nem podar a criatividade dos mais jovens. Se fosse compreendida antes, Zarina não teria aprontado todas as confusões que aprontou, por exemplo.

A brincadeira perde um pouco da graça na parte final, quando tudo se torna mais explícito, chegando ao ponto de James pegar um gancho para lutar em uma cena. Isso sem falar na parte final com uma frase vinda de outro personagem conhecido "oh, mas que belo gancho".
No mundo das fadas, o encanto continua sendo o mesmo para crianças. Tem até uma citação rápida ao filme anterior, O Segredo das Fadas, com a irmã de Tinker Bell na plateia de um evento. Como já disse, bastante infantil, sem grandes atrativos para o público adulto. Ainda assim, uma obra bem feita que deve encantar e divertir os pequenos.
Tinker Bell: Fadas e Piratas (The Pirate Fairy, 2014 / EUA)
Direção: Peggy Holmes
Roteiro: (não creditado)
Duração: 78 min.